Segundo Alonso, Canadá e Valência serão "provas de fogo" para Ferrari

Espanhol explica por que o Circuito da Catalunha não é mais o único parâmetro para determinar competitividade dos carros

Alonso é o atual líder do campeonato

 

É ponto pacífico na F-1 que a pista de Barcelona favorece o melhor carro do grid. Mas, mesmo que a Ferrari tenha tido um ótimo desempenho no GP da Espanha, quando Fernando Alonso foi segundo colocado, isso não serviu para o bicampeão se convencer de que o F2012 é forte o bastante para lutar pelo título. O motivo: cada vez o calendário tem circuitos com características diferentes dos tradicionais traçados de alta velocidade.

“Barcelona é muito de aerodinâmica e curvas rápidas. Quem vai bem lá com certeza andará bem em outros circuitos. Agora, com a nova F-1 e os traçados mais recentes, como Bahrein, Abu Dhabi, Coreia e Índia, há vários com retas longas e curvas lentas. Por isso, Barcelona não é mais o único ponto de referência. Serve para pistas como Spa, Silverstone e talvez Nurburgring, aqueles mais tradicionais”, explicou Alonso.

Por isso, o espanhol considera as duas próximas provas, em Montreal e o GP da Europa, como cruciais para suas pretensões no campeonato. Se a Ferrari for bem nas curvas de alta de Barcelona, nas retas canadenses e nos trechos sinuosos de Valência, entra de vez na luta pelo título.

“Canadá e Valência são duas boas provas de fogo para nós. São dois circuitos em que são importantes dois fatores que foram nossos problemas no início do ano: tração e velocidade de reta. Só assim podemos confirmar que o carro melhorou.”

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