Senna diz que Safety Car complicou sua estratégia em Cingapura

Brasileiro explica que precisava de mais voltas com o pneu supermacio para ganhar posições, mas tática foi água abaixo

As equipes largam em Cingapura sabendo que, em algum momento, haverá um Safety Car. Isso porque, em cinco edições da prova, houve 10º% de ocorrência do carro de segunnça. O problema é determinar quando isso vai acontecer e foi justamente esse timing errado que acabou com a estratégia da Williams.

Bruno Senna, na volta 25, e Pastor Maldonado, quatro giros depois, haviam colocado os pneus supermacios e esperavam andar rápido para superar os rivais. Porém, a interrupção na volta 33 atrapalhou os planos da dupla. “A questão do Safety Car aqui sempre é difícil, você tem que ficar esperando, mas é sempre mais fácil acertar a estratégia quando a corrida acabou”, afirmou Senna ao TotalRace. “Nossa única chance de marcar ponto era tentar fazer a última parte com pneu macio para terminar a corrida.”

“Paramos um pouco cedo para pular alguns carros e isso estava funcionando. Mas, claro que o Safety Car me prejudicou porque eu precisava fazer mais voltas naquele pneu supermacio e tinha um ritmo razoável. Se tivesse conseguido fazer isso, nossa chance seria melhor de terminar mais à frente.”

Mesmo com o erro estratégico, Bruno ficou feliz com seu desempenho. Largando lá atrás, o brasileiro estava em 11º quando abandonou, com um problema no motor gerado pelo Kers. “Quando você larga em 22º em uma pista de rua, tem de contar com a sorte e com um bom ritmo nas horas certas para conseguir marcar pontos. Fiz algumas ultrapassagens importantes para poder ganhar o espaço que precisava.”

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