Senna mira somar pontos pela terceira corrida consecutiva

Brasileiro reconhece que Williams ainda deve em classificação, mas acha que carro irá bem no calor do Bahrein

Bruno Senna é nono colocado no campeonato

Sem tanta confiança para a classificação, mas lembrando que vem de suas corridas seguidas nos pontos, mesmo largando fora dos 12 primeiros, Bruno Senna destaca o ritmo de corrida e o bom cuidado com os pneus da Williams como fatores para estar otimista para o GP do Bahrein. Em entrevista acompanhada pelo TotalRace, o brasileiro acha que a pista quente pode ser um fator que favorecerá o FW34.

“O problema da nossa corrida da China é que estávamos com um acerto um pouco longe do que deveríamos, em termos de temperatura da pista. A pilotagem do carro estava boa, éramos competitivos e acho que aqui é capaz do carro estar um pouco melhor em relação à China, porque nosso carro é bom com os pneus, deve funcionar nessa pista quente.”

O segredo, para o piloto, é não perder muito terreno na classificação, na qual a Williams espera não estar tão competitiva.

“Na classificação, a gente ainda tem um pouco de deficiência em relação às outras equipes pelo efeito do DRS. Nessa pista, com quatro retas razoáveis, pelo menos três grandes, os carros com DRS melhor serão favorecidos. Mas largamos em 14º na China e terminamos nos pontos. Então podemos chegar nos pontos também aqui se o carro estiver bom para a corrida.”

Para tentar minimizar os problemas com a pouca eficiência da DRS, Senna confia nas novidades que a equipe trouxe ao Bahrein. “Vai ter uma asa traseira nova que eles estão trazendo para melhorar algumas coisas, não só o DRS. Todas as equipes estão trazendo peças mais agressivas, que podem não funcionar.”
O brasileiro lembrou ainda que as equipes vão à pista de Sakhir um tanto no escuro, após um ano de cancelamento e outro correndo na versão mais longa da pista.

“Vamos ver o que acontece nos treinos amanhã. Faz um tempo que a gente não anda na pista com essa configuração – a última vez foi em 2009, com pneu diferente. Vamos ter de descobrir bastante o que o carro pode fazer aqui.”

Ao contrário do que aconteceu na China, Senna se diz mais ‘em casa’ no traçado barenita. “É uma pista que, não só andei mais, andei em 2006 com turismo, 2007 e 2008 de GP2 e 2010 com a Hispania na outra pista. É uma pista em que me sinto confortável, não é daquelas em que eu preciso ficar pensando onde por o pneu. Conheço razoavelmente bem quais são os segredos aqui. Na China eu estava tentando descobrir onde colocar o pneu a cada volta.”

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