Situação de Nasr na F1 não é a “ideal”, diz empresário

Steve Robertson lamenta fim de parceria com o Banco do Brasil tão tarde na temporada: “não torna minha vida mais fácil”

O empresário de Felipe Nasr, Steve Robertson, admitiu que o fato de o Banco do Brasil ter terminado sua parceria com a Sauber tão no fim do ano faz com que a situação atual do brasiliense para o próximo ano seja muito difícil.

A empresa estatal reviu seus planos de patrocínio e acabou deixando o piloto com poucas opções para o ano que vem na Fórmula 1.

"No fim das contas, estamos quase em dezembro. Ser informado disso neste momento... isso não torna a minha vida mais fácil", disse Steve Robertson ao site GPUpdate.net referente à saída do Banco do Brasil.

"Não há tantos assentos disponíveis agora, então sim, não é a notícia ideal."

Perguntado se as discussões estão em andamento com a Sauber e a Manor para 2017, Robertson afirmou: "Enquanto houver um lugar em qualquer time na Fórmula 1, você ainda fala - esse é o jogo.”

"Você tem que permanecer esperançoso, você tem que ser otimista. Se houver um assento, você tenta."

Nasr marcou 27 pontos em sua primeira temporada na F1. Neste ano, Felipe passou a maior parte da temporada sem pontos, juntamente com o companheiro de equipe Marcus Ericsson, até que o brasileiro conseguiu um nono lugar no GP do Brasil, fazendo a Sauber passar a Manor entre os construtores.

"Você tinha uma equipe que estava literalmente lutando para sobreviver", acrescentou ele falando da aquisição da Sauber.

"Se você olhar, ele marcou 27 pontos em sua temporada de estreia, mas até a última corrida (desta temporada, no Brasil) não tinha pontos. Mas ele marcou por condições estranhas que lhe permitiram fazer isso.”

"É sempre muito difícil quando acontece isso, porque as pessoas sempre veem resultados. Teria sido melhor se o ano passado e este ano fossem invertidos.”

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