"Temos 75cv a menos que os Mercedes", reclama chefe da Red Bull

Christian Horner acredita que segundo lugar entre os construtores seja prova de que time segue tendo melhor carro

Eles estão 278 pontos atrás da Mercedes, mas a Red Bull acredita que o prejuízo no primeiro ano das unidade de potência com motor turbo V6 híbrido poderia ter sido maior. Apesar de considerarem-se ainda a equipe com o carro mais forte do grid depois de quatro anos de domínio, o time sofreu desde o início do ano com o motor Renault que, segundo o chefe do time, Christian Horner, tem 75cv de potência a menos que os propulsores alemães.

[publicidade] “Estou convencido de que nossa aerodinâmica ainda seja a melhor de toda a Fórmula 1. O problema é que dispomos de uma unidade de potência muito fraca. Vamos a cada GP com um handicap muito grande, de 75cv a menos em relação aos motores Mercedes. O que podemos fazer? Nada”, justificou à Autosprint.

Apesar de reconhecer que as mudanças no regulamento deste ano já diminuiriam de qualquer maneira ao domínio da Red Bull devido às restrições ao uso do gás do escapamento, Horner lembra que o problema da equipe em 2014 não é aerodinâmico.

“É claro que, quando vimos o regulamento técnico, que posicionava o final do escapamento para cima da asa traseira. Isso porque todo o conhecimento que adquirimos em cinco anos havia desaparecido. Mas insisto que este não é o problema porque, aerodinamicamente, nosso carro é o mais eficiente.”

Para a próxima temporada, o dirigente cobra uma melhora da Renault, ainda que reconheça as dificuldades de chegar na Mercedes. “Não é fácil porque se congela-se uma tecnologia que é nova, está em sua fase inicial, depois é muito complicado evoluir.”
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