"Tenho contrato, mas podemos esperar de tudo", diz Liuzzi

Falando ao TotalRace, italiano admite que sua vaga na HRT pode evaporar se surgir um piloto endinheirado

Mesmo com contrato na mão, período do italiano é de espera e de torcida.

Vitantonio Liuzzi vive uma situação curiosa. Tem um contrato para o ano que vem mas sabe ao mesmo tempo que sua vaga está ameaçada. O italiano foi o último piloto a ser confirmado no grid neste ano de 2011. E se mostra preparado para esperar bastante se for necessário novamente.

“Estou muito tranqüilo. Tenho contrato de mais dois anos com a HRT e devo correr com eles. Mas podemos esperar de tudo”, disse o piloto ao TotalRace. Com 80 corridas disputadas na F-1, a meta do piloto é chegar ao 100º GP se puder participar da próxima temporada inteira.

A ameaça reside nos pilotos que podem trazer um pacote grande de patrocínio. No teste de jovens pilotos em Abu Dhabi, a HRT experimentou dois nomes que se encaixam nesse cenário: o espanhol Dani Clos e o tcheco Jan Charouz.

Liuzzi se mantém realista: “a Fórmula 1 está mudando muito e todos podem ver: quem chega com dinheiro, pega a vaga e corre. Infelizmente é assim, mas encaro tudo com tranqüilidade”, disse.

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