Teto de custos da F1 terá fase de testes em 2019, diz revista

Plano, que será divulgado às equipes por completo na próxima terça, deverá prever limite orçamentário de 150 milhões de euros anuais

O grupo Liberty Media, proprietário da F1, já traçou os primeiros esboços daquela que será a política de teto orçamentário da categoria nos próximos anos, incluindo o método preciso de sua aplicação.

A revista alemã Auto Motor und Sport relatou ter tido acesso às ideias iniciais do plano. De acordo com a publicação, o limite de gastos anual está previsto para 150 milhões de euros, o que não incluiria salários de pilotos, gerentes e gastos com marketing.

A ideia seria implementá-lo de forma gradativa a partir de 2019, que serviria como uma espécie de ano teste – ou seja, nesta primeira temporada não haveria multas para um gasto além do previsto. E, dali em diante, o teto reduziria pouco a pouco até chegar ao valor definitivo de 100 milhões de euros por ano.

Além disso, a verificação dos gastos será feita através de um membro independente da FIA que participará das atividades do dia a dia das equipes, seja na pista, seja na fábrica.

Os detalhes serão apresentados formalmente às equipes na próxima terça-feira (7).

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