Vitórias em Spa e Montreal animam Vettel para o GP da Itália

Alemão lembra que a Red Bull parece ter se livrado de antigos problemas com as retas e planeja repetir vitória de 2011

A experiência de ter um carro que andou bem nas retas de Spa-Francorchamps, na última etapa da Fórmula 1, foi bem-vinda por Sebastian Vettel às vésperas da corrida em que a velocidade é fundamental para quem quiser vencer. O alemão está confiante de que poderá repetir o feito de dois anos atrás e vencer no circuito que, no papel, é o pior do ano para a Red Bull.

Isso porque, para andar rápido em Monza, os carros adotam a configuração com pressão aerodinâmica mínima, aumentando a velocidade de reta. E o grande ponto forte dos carros de Adrian Newey é justamente o alto downforce que possuem.

Por outro lado, a Red Bull mostrou na Bélgica, onde o alemão venceu com propriedade, que também pode andar forte na reta.

“É sempre melhor ter boa velocidade nas retas, pois isso torna as ultrapassagens mais fáceis. Tivemos algumas experiências ruins em Spa, então talvez esse seja o melhor ano que tivemos em termos de velocidade final”, lembrou o alemão. “Para Monza, eu não sei. Tivemos anos sofríveis, quando éramos superados facilmente nas retas e outros em que a perda foi limitada e conseguíamos compensar nas curvas, como em 2011. É difícil dizer como será neste ano, mas estou confiante.”

A animação do líder do mundial tem motivo: além da vitória na Bélgica, o piloto também conquistou com certa facilidade o GP do Canadá, em outra pista em que a velocidade de reta é importante.

“Fomos competitivos no Canadá, fomos muito competitivos em Spa. Por serem pistas de downforce médio, é um sinal muito bom para Monza. Mas temos de ser cuidadosos antes de vermos se nosso pacote para baixo downforce é tão competitivo quanto o que levamos à Bélgica.”

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