Webber acredita que surpresas estão com suas horas contadas

Australiano espera que performances se estabilizem mas, enquanto isso, destaca necessidade de vencer o máximo possível

Webber se tornou o sexto vencedor diferente da temporada em Mônaco

Tem gente que anda frustrada no paddock da F-1 por não conseguir compreender exatamente qual a dinâmica dos resultados da temporada. Porém, Mark Webber acredita que a gangorra de performances está com os dias contados. Para o australiano, a tendência é que as melhores equipes se sobressaiam.

“Acho que muitas pessoas adorariam que o campeonato fosse decidido dessa forma. O público quer ver alguns resultados surpreendentes. Acho que os melhores times vão se sobressair nesse campeonato, porque são mais bem organizados”, defende.

Terceiro colocado no Mundial, em igualdade de pontos com o companheiro Sebastian Vettel, Webber não vê problemas com a imprevisibilidade, mas alerta que isso não pode chegar longe demais.

“O melhor resultado anterior de Pastor era um oitavo e ele ganhou uma corrida. Alguém me disse que a última vez que isso tinha acontecido foi em 66. Temos de nos certificar que isso não vai longe demais. Não vimos o quão longe isso vai chegar, mas não acredito que seja longe de mais. Acho que veremos os melhores pilotos e equipes superando esses desafios e se sobressaindo no final do campeonato.”

Com todas essas alternativas para lidar, o australiano, dono de quatro quartos lugares nas primeiras provas do campeonato, salienta que os pontos são importantes, mas nada supera as vitórias.

“A consistência é importante, mas, ainda assim, é necessário vencer. Acho que terminar todas as corridas daqui em diante em terceiro não seria muito recompensador. Vimos Rosberg, no passado, vencer apenas uma corrida e levar o campeonato. É preciso marcar pontos sempre, mas também vencer.”

Para o piloto da Red Bull, o ‘x’ da questão é a grande competitividade do grid atual. No GP da Espanha por exemplo, Webber largou fora dos 10 primeiros e não conseguiu entrar nos pontos, simplesmente porque o rendimento de seu carro era muito próximo dos rivais, o que não acontecia em um passado recente.

“Acho que a diferença agora é o quão próximo está o grid. Se você tem um final de semana difícil, como em Barcelona, o normal seria conseguir recuperar disso, mas agora a competição é muito forte. Não estamos intimidados por isso, vamos superá-los e conseguir resultados melhores.” 

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