Williams explica que decisão de mudar para Mercedes não foi sorte

Depois de dois anos com a Renault, equipe se viu obrigada a realizar pesquisa com fabricantes no início de 2013

Segundo a chefe da equipe Williams, Claire Williams, a mudança do time para o motor Mercedes no lugar do Renault, que não se mostrou competitivo durante os testes e esteve atrás da Mercedes durante o GP da Austrália, não foi apenas um golpe de sorte.

Segundo ela, o time passou muito tempo analisando o progresso das duas fábricas para escolher com quem formariam parceria em 2014.

"Nós estávamos em nosso segundo ano com a Renault e tivemos uma longa história com eles", explicou ela.

"Mas as mudanças na regulamentação foram como foram, e nós tivemos que fazer uma enorme pesquisa para entender até onde a Renault e os outros fabricantes de motores poderiam ir."

"Era óbvio no início do ano passado que alguns desses fabricantes estavam em suas fases de desenvolvimento. Nós conversamos com Renault e com a Mercedes sobre isso, e tomamos a decisão de ir com a Mercedes. Foi uma decisão muito consciente."

Claire também revelou que o chefe administrativo da Mercedes, o austríaco Toto Wolff, também foi uma das peças decisivas para o acordo.

"Nós tivemos a vantagem de ele estar na Mercedes e, como ele ainda é um acionista da Williams, fomos capazes de trocar informações com ele."
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