Negrão admite saída da Arden e GP2 pode não ter brasileiros

Com representantes desde o ano de sua criação, categoria poderá não ter nenhum piloto brasileiro no ano que vem; paulista ainda negocia com equipes para permanecer no grid

Com representantes do país na GP2 desde a primeira edição do campeonato, em 2005, o Brasil corre o risco de ficar de fora da temporada 2016 da categoria que faz a preliminar de grande parte das corridas de F1.

André Negrao admitiu nesta quarta-feira (18) que se despede da equipe Arden - na qual esteve por duas temporadas - no final do campeonato. O paulista, que está no Bahrein a penúltima rodada dupla do ano, ainda não sabe o que fará em 2016, embora mantenha conversas com três equipes da GP2. "As coisas ainda estão nebulosas, mas não vou continuar na Arden", disse.

O time, que tem como dono Christian Horner, chefe da Red Bull, é o 12º na classificação (são 13 equipes na atual temporada). Durante o campeonato, Negrão se queixou frequentemente da falta de potência do motor. "São 40 cavalos a menos que fazem uma grande diferença", afirmou. 

Com tais dificuldades, Negrão não esconde a preocupação e prevê dificuldades durante o final de semana. "Com esse motor, sei que só posso esperar por mais um fim de semana difícil." As atividades de pista serão abertas nesta quinta-feira com uma sessão de treinos livres de 45 minutos a partir das 6h30 (de Brasília). As tomadas para a formação do grid começarão às 9h20.

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