Dreyer & Reinbold chega a SP em situação financeira dramática

Equipe de Oriol Servià filiada à Panther desde 2012 já disse que se não encontrar patrocínio até Indy 500 deverá fechar

Servià correndo em Long Beach

Um sexto em Long Beach foi o que de melhor rendeu esta temporada ao espanhol Oriol Servià na equipe Panther/Dreyer & Reinbold. O piloto, que se tocou com Kanaan na última volta da última corrida, entrará em duas provas cruciais para a continuidade de seu time na Indy.

Há menos de uma semana, a equipe, por meio do dono Dennis Reinbold, afirmou que não tem dinheiro para continuar correndo após a Indy 500.

“É desapontador, mas financeiramente tem de fazer sentido”, diz o dono da equipe que corre desde 2000 na IRL. “A Indy está ficando mais acessível, e isso precisa continuar assim, mas não temos fundos para continuar depois de maio.”

Mesmo com a situação dramática, Oriol vê com otimismo a prova de São Paulo, onde, ainda pela equipe Newman-Haas, conseguiu ser quinto colocado na prova de 2011.

“Estou animado em voltar a São Paulo. Os fãs no Brasil são fantásticos, e tenho certeza que o grid super competitivo da IndyCar vai proporcionar um bom show a eles”, falou Servià.

“Tivemos uma boa corrida no Brasil no ano passado apesar das circunstâncias difíceis [11º]. Estou ansioso para ver o que conseguiremos com o motor Chevrolet.”

Sobre a situação complicada da equipe, Servià prefere se focar em seu trabalho. “Estamos vindo de uma sexta posição em Long Beach e vamos continuar andando forte para provarmos do que somos capazes”, finalizou.

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