Kanaan fala sobre nervosismo no fim da corrida

Tony relembra momento em que viu que era possível a vitória e refuta "teoria da conspiração" em bandeira amarela

Kanaan lidera à frente de Hunter-Reay nas últimas voltas

Depois de ter liderado antes da prova de ontem 221 voltas no total em Indianápolis, Tony Kanaan finalmente conseguiu o que tanto sonhou desde que começou a guiar nos EUA: Uma vitória na Indy 500. Mesmo com um equipamento teoricamente inferior aos dos carros da equipe Andretti, Kanaan pulou bem na última relargada e conseguiu a que, no fim das contas, foi também a primeira vitória da KV na IndyCar.

“Quando estávamos com seis voltas para o fim tivemos a bandeira amarela e eu não estava na liderança”, lembrou.

“Eu disse: 'Este pode ser o dia, hoje pode ser o dia', porque estive na posição de Ryan [Hunter-Reay] algumas vezes. Sabia que tinha de pegar a liderança na relargada, porque poderíamos ter outra bandeira amarela, o que já aconteceu várias vezes aqui. E foi o que houve.”

“Como a vida é engraçada. A bandeira foi minha melhor amiga”, disse.

Sobre a batida do amigo Dario Franchitti na última relargada, Tony Kanaan refutou qualquer teoria da conspiração. “As pessoas estão dizendo que foi de propósito. Obviamente não foi. Você viu como ele ficou bravo saindo do carro”, falou.

“Quando ele [Franchitti] viu que eu estava na liderança ele balançou a cabeça me acenando. Foi um momento especial, muito especial.”

“Nunca duvidei que pudesse vencer essa corrida.. Falei muitas vezes se conseguiria ou não, mas este lugar vai se tornar especial. Hoje deu certo”, comemorou.

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