MotoGP admite projeto para corrida em circuito de rua

Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna, promotora da MotoGP, afirma que a empresa estuda a possibilidade de realizar um GP urbano "em uma cidade quente"

Entre outros assuntos, Carmelo Ezpeleta, CEO da Dorna, promotora da MotoGP, revela em uma declaração ao jornal espanhol Expansión que existe um projeto “sólido” para uma prova em circuito de rua e não descarta que possa ser implementado nos próximos anos.

"É possível que haja um circuito urbano na MotoGP. Existe um projeto sólido em uma cidade quente. Em teoria, a pista será urbana e o paddock estará coberto, integrado em um centro de exposições. Assim, durante o GP será usado para a corrida e no resto do ano para muitas outras coisas ", diz Ezpeleta.

O campeonato continua em seu processo de expansão, e a prova disso é o GP da Tailândia a ser realizado em outubro no circuito de Buriram, e o da Finlândia, previsto para 2019.

A voz mais autorizada do evento orgulha-se do estado de saúde do Mundial, a ponto de reivindicar que existem até oito países que gostariam de se tornar parte do calendário da MotoGP, mesmo que sua política sempre tenha sido limitar-se ao máximo de 20 datas.

"No momento, há uma lista de cerca de oito países que, se pudessem escolheriam ter uma prova do Mundial, mas não podemos fazer 26 corridas", diz Ezpeleta, que não especifica quais cidades são.

De qualquer forma, a Dorna já conversa há algum tempo com México, e não seria surpreendente que o destino quente referido pelo espanhol estivesse em qualquer um dos Emirados Árabes.

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