Pedrosa: com pneu duro, "não havia aderência" na traseira

Piloto da Honda revelou que não obteve avanços no segundo dia de testes de pré-temporada; pilotos foram obrigados a andar com compostos duros após acidente sofrido por Loris Baz

Após o impressionante acidente com Loris Baz - que escapou ileso do estouro do pneu traseiro no meio da reta dos boxes - nos primeiros instantes do segundo dia de testes de pré-temporada da MotoGP em Sepang, a Michelin obrigou os pilotos a utilizarem os compostos duros.

No momento do acidente, o francês estava com os pneus macios, que a fornecedora retirou da sessão até que as causas do incidente sejam investigadas e esclarecidas. Andar com o composto duro afetou o trabalho de Dani Pedrosa, que revelou não ter feito nenhum avanço nesta terça-feira (2).

"Praticamente não havia aderência na traseira, então foi difícil gerenciar a situação e obter avanços na moto. Tentamos cerca de oito tipos de balanço diferentes para ver qual era o melhor, mas nenhum deles se mostrou apropriado. Temos que esperar para ver qual composto poderemos usar amanhã", disse o espanhol, que terminou o dia na 12ª posição.

"Isso (o composto disponível) será importante, pois hoje utilizamos os compostos duros e foi muito difícil encontrar o equilíbrio, pois faltava aderência", afirmou Pedrosa, que foi um dos vários pilotos que sofreram quedas na curva 5 - o piloto da Honda não sabe ao certo o que teria causado a queda.

"Eu não estava acelerando ao máximo, pois tinha acabado de sair dos boxes. Talvez seja pelo fato de o pneu ainda estar frio ou algo do gênero", completou. 

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Categorias MotoGP
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