Pedrosa se diz aliviado com fim de 2016 “terrível”

Com uma vitória e três pódios, espanhol viveu neste ano sua pior temporada na MotoGP desde sua estreia

A temporada de 2016 não foi boa para Dani Pedrosa. Depois de sofrer em Valência o seu segundo abandono, o piloto terminou o ano marcando 155 pontos em sexto lugar na classificação – 143 pontos atrás do campeão Marc Márquez, seu companheiro de equipe na equipe Honda.

Apesar da temporada difícil, Pedrosa ainda conseguiu manter vivo o seu recorde de ganhar pelo menos uma corrida por ano, conquistando uma vitória em Misano – um de seus três pódios durante o ano.

O catalão, por causa de seu baixo peso (abaixo de 60kg), foi um dos pilotos mais afetados quando a Michelin fez seus pneus mais duros após os problemas delaminação enfrentados por Loris Baz e Scott Redding.

"Foi uma temporada muito difícil, onde não encontrei o meu lugar. Terminei poucas corridas e muitas delas em posições ruins", afirmou Pedrosa. "Eu tive momento difíceis antes, mas nunca assim.”

"Neste ano foi mais constante. Não há uma razão apenas, mas é óbvio que eu tive dificuldades para me adaptar aos pneus. A Michelin também terá mais experiência em 2017 e vai fazer menos experimentos.”

"A coisa mais importante é a sensação. Às vezes eu tive boa sensação, como em Misano, mas outras vezes foi horrível."

Na próxima temporada, Pedrosa terá um novo chefe de mecânicos - Giacomo Guidotti, que passou 2016 ao lado de Scott Redding na Pramac Ducati.

Seu atual chefe de equipe, Ramon Aurin, será o chefe de Jack Miller em 2017.

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