Após Foresti, Stock deve divulgar mais nomes pegos no doping

Fontes ouvidas pelo MOTORSPORT.COM confirmam que outros pilotos da categoria também tiveram exames positivos; Incluindo Lucas Foresti, número poderia chegar a quatro

Às vésperas de sua etapa final, no dia 13 de dezembro, a Stock Car enfrentará muitas discussões relacionadas ao doping. Além de Lucas Foresti, já notificado pela presença de substância ilícita em sua urina, pelo menos mais um piloto teve resultado adverso em exames realizados durante a etapa de Curitiba, em outubro.

O MOTORSPORT.COM ouviu fontes que confirmaram a existência de mais casos de doping que serão anunciados nos próximos dias. Porém, há divergências em relação ao nome dos envolvidos e ao número de pilotos pegos no exame. Até mais três casos podem ter ocorrido.

Na última quinta-feira, o MOTORSPORT.COM revelou com exclusividade que Lucas Foresti testou positivo para esteroides anabolizantes durante a etapa de Curitiba. Já notificado, o piloto disse que ficou chocado com o resultado e já prepara a defesa para a contraprova.

“Estou bastante consternado com a notificação recebida. Quem me conhece sabe que não faço uso de nenhum tipo de anabolizante ou algo do tipo”, disse.

Até o momento, a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e a organização da Stock Car não se manifestaram sobre o assunto.

Nos últimos anos a Stock Car tem somado diversos problemas relacionados ao doping. Em 2008, Paulo Salustiano, então na Stock Light, foi pego com uma substância proibida que não fora revelada na época. Ele perdeu seus pontos conquistados até ali na temporada.

Em 2009, foi a vez do ex-F1 Tarso Marques ter problemas com o exame. O piloto testou positivo para o uso de anabolizantes e foi afastado das pistas no meio de 2010.

Em 2012, um exame com Marcos Gomes na etapa do Velopark deu positivo para uma substância ilícita e o piloto foi suspenso do fim da temporada, só retornando em 2013. Marquinhos teve também seu contrato rescindido com a equipe Full Time na época. Na mesma prova, Alceu Feldmann se recusou a fazer o antidoping e também foi suspenso.

O último caso aconteceu em 2013, quando Ricardo Sperafico foi reprovado em um teste na etapa de Salvador.

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