Flagrado por exame antidoping, Ricardo Sperafico se defende: "Neosaldina"

Segundo equipe Officer ProGP, piloto sentiu uma dor de cabeça na véspera do GP de Salvador e por isto tomou o remédio

Flagrado no exame antidoping pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), o piloto Ricardo Sperafico foi defendido por sua equipe Officer ProGP, através de comunicado questionando a punição preventiva de 30 dias imposta pela entidade. Sperafico realizou o exame no dia 19 de maio, durante a etapa de Salvador e seu teste deu positivo para a substância isomepteno, que é proibida pelo regulamento antidoping da FIA.

Segundo a equipe, a substância faz parte da composição do remédio Neosaldina, que foi ingerido pelo piloto na véspera e o fato foi informado à CBA no momento do exame.

“O fato ocorrido se refere ao sábado, dia 18 de maio, durante o final de semana da etapa de Salvador da Stock Car, quando Ricardo ingeriu uma cápsula de Neosaldina devido uma dor de cabeça no final da noite. O piloto do carro 20 foi sorteado para o antidoping no domingo (19 de maio), logo após a corrida, e cumpriu todo o processo determinado pelos médicos. E ainda preencheu o relatório médico dizendo que havia ingerido o remédio na noite anterior, que contém a substância isomepteno (Conforme o documento anexado da CBA recebido pelo piloto), vendido em farmácia sem qualquer restrição”, argumentou a equipe no comunicado.

A equipe ainda disse confiar plenamente em Ricardo Sperafico e que torce para que o caso seja esclarecido o mais rápido possível.  Na nota oficial emitida pela CBA à equipe Officer ProGP, foi informado que o resultado do exame será enviado ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva para instauração de processo para verificação de possível violação do regulamento antidoping.
 

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