Alonso pede mensagens "privadas" após polêmica com Honda

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Alonso pede mensagens
Valentin Khorounzhiy
Por: Valentin Khorounzhiy
Traduzido por: Gabriel Carvalho
28 de set de 2015 10:51

Pivô da polêmica do GP do Japão ao criticar motor de fabricante nipônica, espanhol pede mais privacidade no diálogo com equipe via rádio; situação é semelhante aos problemas de Cacá Bueno e Confederação Brasileira de Automobilismo na etapa de Ribeirão Preto da Stock Car

Pastor Maldonado, Lotus F1 Team e Fernando Alonso, McLaren no desfile dos pilotos
Fernando Alonso, McLaren
Pastor Maldonado, Lotus F1 Team com Fernando Alonso, McLaren
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Andrea Stella, McLaren Race Engineer com Fernando Alonso, McLaren
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30
Fernando Alonso, McLaren MP4-30

Fernando Alonso foi uma das 'atrações' do GP do Japão, realizado no último domingo (27). No entanto o asturiano não chamou a atenção pelo resultado na pista - um 11º lugar - mas pelas palavras duras, via rádio, sobre a sobre a falta de potência da unidade de força da Honda.

A transmissão oficial da categoria veiculou alguns trechos de conversas do espanhol com a equipe durante a corrida, entre os quais foi possível ouvir Alonso dizer que o motor da McLaren era "de GP2" e que a situação era "vergonhosa".

O piloto do time de Woking, tentando colocar um fim na polêmica, foi ao Twitter falar sobre a corrida e o controverso tema.

"Algumas coisas parecem não ter ficado claras para todos: hoje tivemos o terceiro melhor resultado da temporada! Continuamos trabalhando duro!", disse.

"Quando lutamos contra vários adversários é complicado, todos querem vencer. Além disso, algumas mensagens de rádio nossas foram veiculadas, mas deveriam ser conversas privadas", acrescentou.

"Não tenham dúvida: tenho três anos (de contrato) com a McLaren e encerrarei minha carreira na F1 nesta equipe e espero que seja vencendo tudo", completou.

Ron Dennis, presidente da McLaren, falou sobre a polêmica e criticou Alonso, mas ressaltou que é uma questão que interessa à equipe, não à imprensa.

"Eu não aprovo este tipo de atitude, pois não é uma amostra do profissionalismo que eu gostaria de ver nossos pilotos demonstrando. Mas ele (Alonso) estava no carro, frustrado. Então ele expôs isso aos engenheiros", disse Dennis.

"Talvez não tenha sido o caminho mais construtivo para se comunicar com todos na Honda - para mim, o ideal seria que os pilotos procurassem os dirigentes para transmitir suas insatisfações, que seriam Eric (Boullier) ou, dependendo da situação, eu mesmo. Independentemente do que eu pense ou faça, este é um assunto da equipe e não deve ser um assunto para a mídia", completou.

A situação envolvendo Alonso e os diálogos de rádio em Suzuka remete, em partes, à celeuma envolvendo Cacá Bueno e a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).

Durante a etapa de Ribeirão Preto da atual temporada da Stock Car, o piloto criticou a entidade após ele e Marcos Gomes, que brigavam pela vitória, não terem recebido a bandeirada ao final da prova. Na época, Bueno disse, via rádio, à equipe: “os caras são uns imbecis. Como sempre, a CBA é um bando de imbecis”.

Pelo episódio, o piloto foi suspenso por uma prova e multado em R$ 30 mil.

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