FIA aumenta o rigor na regra de largadas a partir de 2018

Entidade também passará a punir pilotos que posicionarem seus carros de maneira inadequada no grid

A FIA aumentou o rigor das regras quanto a queima de largadas para a temporada de 2018 da F1, abrindo a possibilidade de um piloto ser penalizado mesmo se o sistema de detecção automático não acusar nada.

Aquilo que é oficialmente conhecido como uma queima de largada entrou em debate no GP da Áustria deste ano, quando Valtteri Bottas aparentou se mover antes do apagar das luzes, mas não foi penalizado.

Os rivais consideraram que o finlandês não conseguiria reagir tão rapidamente sem se mover antes da largada.

Uma mudança importante já havia sido feita quando Sebastian Vettel não se posicionou de forma correta no grid da China, de modo que ele não esteve no local designado pela FIA para ser fiscalizado pelo sistema.

Atualmente, o artigo 36.13 do Regulamento Esportivo da FIA diz: “Uma punição será imposta por uma queima de largada se julgada através do transponder da FIA que será instalado nos carros”, sendo que as penalidades especificadas são um drive-through ou um stop-and-go de 10s.

A partir da próxima temporada, as regras serão: “Uma punição será imposta a qualquer piloto que:

a) se mover antes de o sinal de largada ser dado, em um julgamento que será feito pelo transponder aprovado e fornecido pela FIA e que será instalado nos carros, ou;

b) Se posicionado no grid de forma que o transponder não possa detectar o movimento após o sinal de largada ser dado.”

Em outras palavras, a responsabilidade de posicionar seu carro corretamente no grid passa a ser inteiramente dos pilotos; caso isso não aconteça, ele será punido por uma queima de largada. 

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