Renault se defende de acusações: “Somos justos e leais”

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Renault se defende de acusações: “Somos justos e leais”
Jonathan Noble
Por: Jonathan Noble
Traduzido por: Gabriel Lima
3 de out de 2017 16:50

Com boatos dando conta que time estaria atrás de ex-membro da FIA, chefe desconversa mas descarta desonestidade

Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director
Nico Hulkenberg, Renault Sport F1 Team RS17, Fernando Alonso, McLaren MCL32
Cyril Abiteboul, Managing Director, Renault Sport F1 Team
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
Nico Hulkenberg, Renault Sport F1 Team RS17
Nico Hulkenberg, Renault Sport F1 Team RS17 takes the chequered flag at the end of Qualifying

Chefe da Renault, Cyril Abiteboul diz que sua equipe não está na Fórmula 1 para "fazer amigos". Em meio a críticas de times rivais sobre uma possível contratação do ex-chefe técnico da FIA, Marcin Budkowski, ele se defendeu.

A fabricante de automóveis francesa está recebendo olhares de desconfiança de outras equipes depois de ter reportada uma tentativa de contratar Budkowski. O engenheiro tem conhecimento privilegiado sobre os segredos técnicos de outras equipes devido a seu antigo trabalho na FIA, e poderia se juntar à Renault apenas três meses após se desligar de seu antigo posto.

Apesar de não ter confirmado a assinatura de Budkowski, Abiteboul deixou claro que sua equipe precisa ir à ofensiva para conquistar bons profissionais se quiser ser campeã mundial nos próximos anos.

"Queremos ser uma das melhores equipes até 2020", disse Abiteboul à Sky Sports. "Está longe, mas dado que sabemos o que precisa ser feito, se você olhar para a desvantagem de 1s ou 1s5 que temos para as melhores equipes, é um grande salto.”

"E é por isso que precisamos ser agressivos no que fazemos para estar lá até 2020."

"Você não está neste esporte para fazer amigos. Obviamente, há maneiras de fazer as coisas, e em tudo o que fazemos em termos de recrutamento - não necessariamente a contratação de Marcin – temos em vista crescer. Enstone precisa crescer.”

"Quando entramos, tínhamos 475 pessoas. Agora são 620 pessoas. Não há nenhum segredo. Essas pessoas precisam vir de algum lugar, e temos que ir tentando tirá-las de outras equipes."

Mas, apesar da controvérsia sobre a assinatura de Budkowski, Abiteboul insiste que sua equipe não fará nada que possa violar as regras e nem os direitos de propriedade dos times rivais.

"A Renault tem um histórico muito claro de ser extremamente justa e leal", acrescentou Abiteboul.

"Então, o que quer que façamos, temos certeza de que será feito de uma maneira muito leal e muito justa aos nossos concorrentes."

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Categoria Fórmula 1
Equipes Renault F1 Team
Autor Jonathan Noble
Tipo de matéria Últimas notícias