Ricciardo relembra vitória na Hungria: “foi a mais empolgante”

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Ricciardo relembra vitória na Hungria: “foi a mais empolgante”
Gabriel Carvalho
Por: Gabriel Carvalho
17 de jul de 2015 19:19

Australiano relembra triunfo de 2014 em Hungaroring, colocando-o como "mais empolgante” dos três conquistados na F1, e elogia traçado, “muito legal para fazer voltas de classificação”

Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB11
Daniil Kvyat, Red Bull Racing
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB11
Daniil Kvyat, Red Bull Racing RB11
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB11

Daniel Ricciardo volta para Hungaroring, palco da segunda vitória da carreira, um tanto quanto nostálgico. O australiano relembra com carinho de um dos triunfos conquistados em 2014 – os demais foram nos GPs do Canadá e da Bélgica. Antes disso, entretanto, o piloto da Red Bull se derrete em elogios ao traçado húngaro.

“É uma pista muito legal para fazer voltas de classificação, uma das melhores do calendário. É estreita, sinuosa, ondulada e você precisa abusar das zebras. É muito divertido fazer uma volta com pouco combustível e pneus novos, pilotando agressivamente. Pelas mesmas razões, no entanto, a corrida tende a ser menos emocionante, com poucas ultrapassagens”, disse.

E a vitória na corrida da temporada passada parece ter um lugar especial na memória de Ricciardo, que revelou ser este o triunfo mais significativo dentre os conquistados, até o momento, na Fórmula 1.

“No ano passado tive uma ótima corrida aqui. Das três vitórias que obtive em 2014, (a da Hungria) foi a mais empolgante. Fico numa situação complicada para julgar, mas provavelmente foi minha melhor apresentação entre as três, pelas ultrapassagens que tive de fazer no fim. Tinha pneus em melhores condições – graças à excelente estratégia da equipe – mas Fernando (Alonso) e Lewis (Hamilton) não cedem posições facilmente. Eu realmente tive que lutar por aquilo”, destacou.

Daniil Kvyat, companheiro do australiano na Red Bull, também demonstrou apreço pelo traçado de Hungaroring, ressaltando que a pista não perdoa erros e nem oferece momentos de retomada de fôlego.

“Você precisa andar no limite, não há um instante sequer de descanso durante a volta. É desafiante, pois você tem que fazer todas as tomadas de curva corretamente, não pode errar o traçado. É difícil acertar a volta toda, mas é isso que acaba tornando tudo mais divertido”, afirmou.

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